10 ícones LGBTQIA+ do Metal

Junho é o mês em que comemoramos o Orgulho LGBTQIA+, em homenagem aos tumultos de Stonewall que ocorreram em 28 de junho de 1969. O levante foi em resposta a uma operação policial ocorrida em Greenwich Village, NY, e é considerado o evento mais importante dentro do movimento de direitos civis dos LGBTQIA+. Embora tenhamos progressos em relação ao tratamento dado à comunidade LGBTQIA+, ainda existe preconceito na sociedade. Queremos aqui homenagear os artistas do metal que são excelentes headbangers lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros, queer, intersexuais, assexuais ou pansexual.

Rob Halford

O lendário vocalista do Judas Priest é, provavelmente, a figura gay mais importante dentro do metal. Ele revelou a sua sexualidade no fim dos anos 90 e é reconhece hoje essa atitude como uma das mais livres que ele já fez na vida.

Lzzy Hale

A vocalista da banda Halestorm confirmou que é bissexual. Ela se posiciona ativamente sobre a equidade entre os gêneros e empodera pessoas a aceitar a sua sexualidade.

Föxx Salema

A vocalista brasileira, agora em carreira solo, enfrentou grande crítica quando tornou pública a sua transexualidade, chegando a ser atacada por jornalistas, locutores e mídias digitais. Ela atua fortemente em defesa dos direitos LGBTQIA+.

Gaahl

Abertamente gay, ele é um conhecido ícone do black metal, tendo cantado nas bandas Gorgoroth, Wardruna, God Seed, Gaahlskagg, Sigfader, Trelldom. Ele afirma que a comunidade do black metal na verdade não se importa, apesar do que as pessoas podem presumir do gênero controverso.

Otep Shamaya

Otep Shamaya, vocalista do Otep, nunca se considerou uma musicista que estivesse no “armário”. Ela conta que nunca pensou muito sobre o fato de ser lésbica e admite que nunca sentiu necessidade de esconder isso.

Mina Caputo

Conhecida por seu trabalho a frente da banda Life of Agony, Mina Caputo teve dificuldade em lidar com suas questões de identidade de gênero, confessando que lutou contra o vício em drogas e quase tirou a própria vida. Quando ela assumiu a condição de transgênero em 2011, sua vida mudou completamente e diz que agora se sente em paz.

Cameron Boggs

O líder do Sanguisugabogg, Cameron Boggs, é identificado como não binário. “Eu só quero escrever a merda mais pesada de todos os tempos e ter groove e sentimento em cada pedacinho disso. Fora da música em si, quero que todos se sintam aceitos e livres em nosso mundo específico do death metal”, disse ele a Revolver . “Há muita negatividade quando se trata de música extrema. Sendo um mano queer não-binário, eu entendo o que é me sentir estranho em uma cena cheia de masculinidade, e eu só quero crianças queer, POC, crianças trans, mulheres e quem quer que seja sentir que tínhamos suas costas e merda tudo bem.”

Daísa Munhoz

Bissexual, ela é a vocalista das bandas Vandroya e Soulspell, entre outros projetos. Junto de Föxx Salema, participou do documentário “LGBT+ no Heavy Metal do Brasileiro”, dirigido por Clinger Carlos.

Dug Pinnick

O baixista Dug Pinnick, mais conhecido pela banda King’s X, se declarou gay em 1998 em uma entrevista ao Regeneration Quarterly. Isso resultou em um conflito com certas lojas de varejo cristãs, que retiraram o material do King’s X de suas prateleiras. Mais tarde, ele revelou que se identificou como agnóstico.

Marcie Free

Marcie Free é mais conhecida como vocalista das bandas de hard rock King Kobra, Signal e Unruly Child. Ela assumiu o papel de Marcie Free em 1993, após uma batalha ao longo da vida contra a disforia de gênero.

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